quinta-feira, 7 de julho de 2005
Sobre o poder
O que a busca pelo poder representa na vida das pessoas? De acordo com o senso comum o mundo é divido entre dominantes e dominados, ou seja, o poder é restrito aos dominantes, aqueles que ditam as regras da sociedade. Todavia, alerto-lhes caros amigos leitores, que o poder é algo mais amplo do nos é apresentado e muito mais do que eu vos relatarei. Não existe uma única forma de exercer poder, assim como ela não está diretamente relacionada com o dinheiro, muitos de nós lutam para conseguir melhorias financeiras e aí conseguir alcançar o patamar de "mandar" nos outros. A sociedade está dividida, sim entre aqueles que momentaneamente o exercem e outros que são oprimidos, entretanto ocorre uma espécie de movimento cíclico, os julgam também são subjugados. Sendo ele exercido basicamente em quatro campos distintos: financeiro, familiar, afetivo e ideológico. É claro que esses campos podem ser interligados. O financeiro trata-se do mais comentado, a luta pela sobrevivência, o grande estigma de que, quem não tem dinheiro não come, e este não está necessariamente ligado ao trabalho, porque os parasitas também comem, a sempre uma forma de conseguir o alimento e manter-se vivo, os chamados baba-ovos por exemplo, aqueles que por faro ou a dita esperteza, colam nos mais abastados. No âmbito familiar o poder é exercido através da hierarquia, PAI - MÃE- FILHOS - AGREGADOS, embora necessariamente não siga essa mesma ordem. O ser humano tem uma grande necessidade de exercer poder, logo, o pai que é reprimido no trabalho reprime a mãe, que reprime os seus filho e agregados, que reprimem os agregados, cachorros, crianças menores, a criança pequena mata as formiguinhas inocentes e as formigas recolhem os restos mortais de tudo que está a sua volta. Essa estrutura familiar também divide a hierarquia em homens e mulheres, embora a emancipação feminina seja cada vez mais notória nos lares, em muitos deles a mulher passou a ser o chefe da família, mas mesmo nas diversas variações sempre é mantido a hierarquia, no âmbito financeiro ela também existe, mas acredito que o ponto de partida sempre foi as relações familiares, antes de existir governos ou proprietários, já existia posse e família. No campo afetivo encontramos várias diferenças, tomando como ponto de partida um casal com uma relação estável, o poder é percebido através de quem representa o que, ou seja, eu divido os casais em egoísta e generoso. O egoísta tem ele como centro e o generoso cede sempre em favor do egoísta, o poder está muitas vezes diluídos entre os dois e é disputado, pois o egoísta nunca está satisfeito e o generoso regojita suas benfeitorias. Além disso a sociedade, logo o contexto familiar, entra em busca da supremacia masculina, o homem tenta buscar uma posição superior e reprimir a mulher. Vivemos num tempo que as mulheres lutam pela soltura de suas amarras, e buscam igualdade nas relações, o direito de oprimir também. Muitos relacionamentos acabam quando a mulher passa a sustentar a casa, a ter uma posição hierárquica superior. Finalmente o ideológico, aquele capaz de mudar nações e está embutido nos mais diversos campos, seja na arte, esporte, filosófico, etc. Esse tipo de poder pode inclusive causar mais danos, ser mais severo, assim como inspirar grandes sentimentos. Quem é detentor deste poder consegue insuflar no outro as suas idéias e fazer com que estes tomem determinadas atitudes, muitas vezes sem nem perceber, o marketing é um exemplo bem primário, somos seguidores de comerciais e mídia, seguimos tendências. O homem luta sempre pela sobrevivência e tudo que está arraigado a isso é primordial, o topo na cadeia alimentar, a supremacia. Depois voltaremos a tocar neste assunto.
Clara Guimarães
Sobre o poder
O que a busca pelo poder representa na vida das pessoas? De acordo com o senso comum o mundo é divido entre dominantes e dominados, ou seja, o poder é restrito aos dominantes, aqueles que ditam as regras da sociedade. Todavia, alerto-lhes caros amigos leitores, que o poder é algo mais amplo do nos é apresentado e muito mais do que eu vos relatarei. Não existe uma única forma de exercer poder, assim como ela não está diretamente relacionada com o dinheiro, muitos de nós lutam para conseguir melhorias financeiras e aí conseguir alcançar o patamar de "mandar" nos outros. A sociedade está dividida, sim entre aqueles que momentaneamente o exercem e outros que são oprimidos, entretanto ocorre uma espécie de movimento cíclico, os julgam também são subjugados. Sendo ele exercido basicamente em quatro campos distintos: financeiro, familiar, afetivo e ideológico. É claro que esses campos podem ser interligados. O financeiro trata-se do mais comentado, a luta pela sobrevivência, o grande estigma de que, quem não tem dinheiro não come, e este não está necessariamente ligado ao trabalho, porque os parasitas também comem, a sempre uma forma de conseguir o alimento e manter-se vivo, os chamados baba-ovos por exemplo, aqueles que por faro ou a dita esperteza, colam nos mais abastados. No âmbito familiar o poder é exercido através da hierarquia, PAI - MÃE- FILHOS - AGREGADOS, embora necessariamente não siga essa mesma ordem. O ser humano tem uma grande necessidade de exercer poder, logo, o pai que é reprimido no trabalho reprime a mãe, que reprime os seus filho e agregados, que reprimem os agregados, cachorros, crianças menores, a criança pequena mata as formiguinhas inocentes e as formigas recolhem os restos mortais de tudo que está a sua volta. Essa estrutura familiar também divide a hierarquia em homens e mulheres, embora a emancipação feminina seja cada vez mais notória nos lares, em muitos deles a mulher passou a ser o chefe da família, mas mesmo nas diversas variações sempre é mantido a hierarquia, no âmbito financeiro ela também existe, mas acredito que o ponto de partida sempre foi as relações familiares, antes de existir governos ou proprietários, já existia posse e família. No campo afetivo encontramos várias diferenças, tomando como ponto de partida um casal com uma relação estável, o poder é percebido através de quem representa o que, ou seja, eu divido os casais em egoísta e generoso. O egoísta tem ele como centro e o generoso cede sempre em favor do egoísta, o poder está muitas vezes diluídos entre os dois e é disputado, pois o egoísta nunca está satisfeito e o generoso regojita suas benfeitorias. Além disso a sociedade, logo o contexto familiar, entra em busca da supremacia masculina, o homem tenta buscar uma posição superior e reprimir a mulher. Vivemos num tempo que as mulheres lutam pela soltura de suas amarras, e buscam igualdade nas relações, o direito de oprimir também. Muitos relacionamentos acabam quando a mulher passa a sustentar a casa, a ter uma posição hierárquica superior. Finalmente o ideológico, aquele capaz de mudar nações e está embutido nos mais diversos campos, seja na arte, esporte, filosófico, etc. Esse tipo de poder pode inclusive causar mais danos, ser mais severo, assim como inspirar grandes sentimentos. Quem é detentor deste poder consegue insuflar no outro as suas idéias e fazer com que estes tomem determinadas atitudes, muitas vezes sem nem perceber, o marketing é um exemplo bem primário, somos seguidores de comerciais e mídia, seguimos tendências. O homem luta sempre pela sobrevivência e tudo que está arraigado a isso é primordial, o topo na cadeia alimentar, a supremacia. Depois voltaremos a tocar neste assunto.
Clara Guimarães

2 Comments:
pq sumiuuuuu???????to com saudadesssssssssssssssssssss.....
se precisar eh soh chamar!!!!
bjus
Clara... quem conversa contigo algumas vezes percebe que voce eh bem perceptiva no aspecto "quem domina quem"... Mas naum posso conter a curiosidade... Porque voce resolveu falar de poder?
Abraco!
PS.: Desculpa a falta de acentos, o teclado tah quebrado.
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